terça-feira, 25 de novembro de 2008

Casamento.

Casamento... que palavra para trazer confusão. Há quem não acredite nela. Quem negue alguma qualidade nesse relacionamento. Mas eu nunca tive nenhum problema com o meu. No máximo uma falta de tempo que resultava em um clima frio entre eu e minha esposa. Vou logo ser direto, sexualmente falando, nosso casamento estava morto.

Não, ela não deixara de ser carinhosa, nem eu. Mas o cansaço de todo um dia de trabalho não me dava energias para passar dos beijos de boa noite. Acho que poderia me esforçar mais, porém minha mulher não me dava nenhum... ‘incentivo’, digamos assim.

Certa noite, cheguei em casa e ela estava, como de costume, deitada assistindo a novela. “Oi meu amor”, falei. Ela se levantou, beijou-me e perguntou do meu dia. “Normal, cansativo”. Isso pode ter parecido um fora, acho que ela interpretou assim, porque estava usando uma lingerie bastante provocante, e depois do que eu falei, ela pareceu se desanimar. Contou-me depois sobre um jantar em família, para o qual havia sido convidada e convidou-me também. No fim de semana eu não iria trabalhar, pensei em recusar o convite para descansar em casa, mas ia ficar sem fazer nada mesmo, então aceitei.

Chegamos lá, todo aquele ritual... família se abraçando, essas coisas de quem não se vê constantemente. Deixei-a receber as boas vindas e fui beber alguma coisa. Ao entrar na cozinha, confesso que me arrepiei. Encontrei uma mulher linda, muito gostosa à geladeira, pegando algo para ela. “Você quer alguma coisa?” Perguntou-me olhando para mim de cima para baixo, de baixo para cima. A moça era loira, aparentava ser nova, pelo rosto, mas tinha o corpo bastante definido. Primeiramente olhei para os seus seios, perfeitos. Você sabe como são seios perfeitos, não preciso descrever isso. Ela usava uma roupinha curtinha, as pernas grossas quase não cabiam no short, e falava com um sotaquezinho de interior e uma voz meio safada. “Não obrigado.”, foi só o que eu consegui dizer.

Tive que voltar para a sala, mas minha cabeça continuava naquele cômodo no qual havia encontrado a garota. Na minha situação aquilo seria um periigo à minha fidelidade. Mas não culpo-me por nada. Ficar muito tempo sem sexo faz isso comigo. E com qualquer um ;).

Logo fomos para a mesa. Ela juntou-se a nós, sentou do meu lado, como para me provocar. Aqui aculá eu sentia suas pernas se entrelaçando com as minhas. “Que garotinha safada”, eu pensava. Soube que era prima de minha mulher, que as duas não se viam há anos. Não tirava da minha cabeça que precisava ficar sozinho com ela novamente, mas a aliança no meu dedo dizia-me que não deveria fazê-lo e nem sequer querê-lo. Minha mulher e sua prima sairam rindo da mesa, estranhei por achar que elas não tivessem nenhum assunto do qual falar.

Parecia irônia, mas lá fora a chuva tomava conta da estrada. Meu sogro convidou-nos para ficar até o dia seguinte. E eu? Aceita na hora. Como que por instinto.

Mas conscientizei-me de que conservar meu casamento era mais importante e fui dormir com minha esposa. De madrugada, algum barulho me acordou. Levei um susto quando vi o que estava à minha frente. Parecia um sonho, sinceramente. Elas duas, vestidas de um jeito mais do que sensual. Esfreguei os olhos, mas a imagem continuava ali. “Que tal essa surpresa meu amor? Você não acha que nosso casamento tá precisando ser ‘apimentado’?”. “Mas, e ela?” – perguntei como se achasse ruim. “Ela é mais um de meus desejos antigos, e um desejo recente seu, creio eu. Algum problema se ela ficar?”, “Não, pelo contrário...” As duas vieram para cima de mim.

Fiquei no meio, enquanto elas beijavam meu pescoço, tiravam minha roupa, acariciavam-me. Resolvi me mexer também. Enquanto finalmente apertava os seios da prima de minha mulher, beijava minha esposa. Depois o tocado fui eu... a loirinha começava a me masturbar, enquanto ELA beijava minha esposa, agora.

Os três estavam sem roupa. Minha mulher sentou em cima de mim, penetrei. Ele gemia devagarzinho. A outra massageava-me os ombros, e lambia meu ouvido. Trocamos. A coisa ficava cada vez mais excitante. Aquilo ali já era o ápice das minhas fantasias sexuais, mas ainda vinha mais. A loirinha tinha cara da safada, mas não parecia ter muita experiência, devia ser virgem. Ela deitou ao meu lado, soltei minha mulher, abri as pernas de sua prima, fui beijando suas coxas, dando mordidinhas de leve, ela respirava vagarosamente. Passei as mãos por sua cintura, fina, suada. Puxei-a para mim, as duas mulheres se beijavam, subi por suas pernas e comecei a fazer sexo oral na loirinha, de um jeito bem... bem ‘caprichado’. Ela parou de beijar minha esposa para gemer. Minha mulher, então, foi beijar-lhe os seios. E caprichou também, percebi. Ver aquilo me enlouquecia. A loirinha estava muito excitada, eu notei, não tinha como não notar. Mas ela soltou-me sem explicar-se e foi para perto da outra mulher que estava na cama. Ambas beijavam-se... eu fiquei ali só olhando, elas passavam as mãos com força pelo corpo da outra, nos seios, nas pernas, entre as pernas, na bunda, na cintura. Eu não podia mais ver aquilo sem fazer nada, então me meti literalmente no meio. Elas me envolviam, beijavam meu pescoço, meus ouvidos, lambiam-me, chupavam-me, arranhavam-me. Os três de olhos fechados, respirando forte. A loirinha deitou minha mulher, abriu-lhe as pernas começou a fazer o que antes eu fazia nela. Minha mulher, por sua vez, procurou uma posição em que sua prima continuasse a fazer o que fazia e ela, minha mulher, pudesse fazer isso em mim, ao mesmo tempo.

Estava bom, muito bom. Mas eu já estava acostumado a sentir minha mulher fazendo aquilo em mim, o que eu queria era sua prima de quatro na minha frente, com todo aquele corpo à minha espera. Larguei-as e fiz o que eu desejava, coloquei a moça na posição e penetrei, nossa!, ela era mesmo virgem. Dessa vez fui eu que gemi. Tudo que eu queria. Aquilo era tão bom, tão excitante. Sentia seu corpo por dentro, apertado e quente. Ela sentia o meu, e gritava isso. Depois eu quis um anal. Ela não negou. Penetrei com toda força e senti seu grito invadir meus ouvidos. Perguntei se ela queria que eu parasse, mesmo sabendo que se ela dissesse sim eu não iria parar. Ela disse que não, que era dor que ela queria. Minha esposa estava encostada na cabeceira da cama. Estava muito envolvida naquilo mesmo sem estar participando. Um líquido quente descia por suas pernas, ela queria se masturbar, mas não imaginava com o que faria isso. Com o dedo seria pouco, e não havia algo que desse certo por perto. Resolveu então entrar no sexo, pediu que a moça fizesse um oral nela, enquanto eu a comia por trás. Estava quase gozando, não conseguia mais segurar. Falei isso pra mocinha que pediu que eu completasse o ato dentro dela. Eu? Eu adorei escutar aquilo.

Escutamos o barulho de uma porta abrir-se. Vinha do quarto ao lado. Rápido, nos recompomos e eu tive que me esconder. Elas cobriram-se e fingiram dormir. Alguém bateu à porta. “O que está havendo aí?”, perguntou. Era meu cunhado. “Desculpe, estamos com medo dos trovões”, responderam quase a rir. “E seu marido, onde está?”, “Ah, eu não sei. Ele me falou que dormiria em outro quarto”. É, eu nem precisava ter me escondido.

Parecia impossível, mas minha mulher finalmente conseguira apimentar a relação. Pena que aquilo só aconteceu numa noite. Mas depois disso nosso relacionamento nunca mais esfriou.